Sexta-feira agora, dia 21, fizemos o tão aguardado show do The Best Maiden em Curitiba, no Crossroads.
Foi simplesmente memorável.
Todo o esquema e logística que envolve um show em outro estado acaba imprimindo um alto grau de tensão na equipe envolvida. Muitas horas de viagem, preocupação com horário e diversos fatores que vão além da música em si poderiam teoricamente atrapalhar a performance da banda.
Mas a verdade é que, no momento em que estamos no palco, a gente percebe que todo o esforço valeu a pena.
Ver a galera curitibana de forma insana cantando as músicas e participando ativamente do show é a melhor recompensa que poderíamos ter.
O palco pequeno do Crossroads pareceu aumentar ao longo do show. Incrível como tudo depende do público.
Quanto à banda, percebo que estamos cada vez melhores e mais entrosados. Estamos começando a ter aquela coisa de um olhar pro outro e isso ser o bastante pra saber o que precisamos fazer.
Foi um dos melhores shows do The Best até agora. Estamos no caminho certo para fazer a homenagem perfeita à Donzela de Ferro.
domingo, 23 de janeiro de 2011
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O Sindicato dos metaleiros nacionais
Nesta última semana tem ganhado uma certa repercussão no meio rocker, não sei ainda se a nível regional ou nacional, o desabafo público do vocalista Thiago Bianchi (Shaman e Karma).
Segue o dito cujo: http://whiplash.net/materias/news_857/119453-shaman.html
Pela repercussão que a carta aberta conseguiu, até parece que foi dito alguma novidade.
É o mesmo chororô que eu ouço há anos pela maioria do pessoal do meio.
E é claro, o press-release contém também a coisa mais estúpida que inventaram, desde que começaram a tocar pesado no Brasil: a apologia à tal da "União do Metal Nacional".
Sempre que ouço isso eu vejo a imagem de um metalúrgico ou bancário defendendo a "classe" em alguma assembléia grevista.
Música não é política. Vai fazer o que? Juntar todas as bandas, se unir, e obrigar o público a gostar das mesmas, na base da persuasão? Isso não faz sentido.
Claro que eu não defendo a filha-da-putagem entre as bandas. Passar a perna no outro, em qualquer área, é coisa de fracassado.
Mas sem essa de "vamos dar as mãos e nos unir contra o monstro feio da mídia que não nos dá espaço SÓ PORQUE NINGUÉM QUER NOS OUVIR."
Tá na hora de as bandas pararem de olhar para o próprio rei na barriga e começarem a pensar no que o público realmente quer.
Falando em metal nacional, o que eu vejo é um monte de banda que mistura Angra com Dream Theater e acha que o público vai digerir isso tranquilamente, só porque é tecnicamente avançado.
Como um cara como o Thiago Bianchi que faz um som como o do Karma, pode reclamar de falta de espaço na grande mídia? Aquilo é muito chato de ouvir!
É preciso escolher. Ou eu toco música auto-indulgente, para o meu próprio prazer, ou eu toco música comercialmente viável, que possa atingir o máximo de pessoas possível.
E se eu também curtir o comercialmente viável, melhor ainda!
Poxa, até os caras super técnicos da música mundial só apareceram mesmo quando fizeram música para as massas. Vide o Steve Vai e a sua "For the Love of God", Rush com "Closer to the Heart", "Tom Sawyer" e Metallica com o "Black Album" inteiro!
E o pior de tudo é o Thiago Bianchi convocando todos a "fazerem alguma coisa pelo metal", sendo que o "fazer alguma coisa pelo metal" é ficar pedindo para as rádios e TVs que toquem metal nacional.
Porque eu deveria fazer isso? Isso parece coisa de Criança Esperança. "Faça caridade para o metal nacional".
Eu posso até ouvir o Didi Mocó dizendo isso.
Se eu ligar para uma rádio para pedir uma música, vai ser para pedir uma música que eu gosto. E não porque é metal nacional.
É a eterna "síndrome do coitadinho", típica da maioria dos brasileiros. "Poxa, larguei tudo pra viver de música e buá, buá...." E o cara que largou tudo pra abrir um negócio e trabalha dia e noite pra sobreviver, sem reclamar?
Sou a favor de esquecerem o termo "Metal Nacional" e começarem a se preocupar com a música e seu público. Só. Pois nesse meio as duas únicas coisas que importam são: a MÚSICA e a PESSOA que vai ouvi-la.
Simples? Pois é. Mas como tem gente que adora complicar.....
sábado, 13 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Superstitious Diary
Dizem que pode-se morrer depois de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Podiam acrescentar aí, ou substituir, quem sabe, por "gravar um disco".
Digo isso porque só quem está envolvido no processo de produção de um cd sabe o quanto a bolacha te exige.
São semanas e semanas desde a gravação até a prensagem, trabalho de formiga mesmo.
O debut do Superstitious atualmente está na fase de mixagem. Creio eu que seja a parte mais complicada de todo o processo, até porque é crucial para o resultado final. Dependendo da mixagem ela pode consagrar ou destruir um trabalho.
Dito isso, posso dizer que as músicas estão ficando sensacionais!
Sou suspeito pra falar, mas quando ouço as músicas na seqüência do álbum dá a impressão de estar ouvindo uma coletânea.
O álbum terá estrategicamente 13 faixas, que representarão os 3 anos da banda até agora. Tem composição do álbum que surgiu nos primeiros meses da banda e outras que surgiram pouco antes da definição do tracklist.
Pode soar forçado, mas as músicas vão agradar desde o pessoal do Heavy Metal até a galera do Pop. difícil imaginar isso?
Aguardem que o álbum tá no forno!
Digo isso porque só quem está envolvido no processo de produção de um cd sabe o quanto a bolacha te exige.
São semanas e semanas desde a gravação até a prensagem, trabalho de formiga mesmo.
O debut do Superstitious atualmente está na fase de mixagem. Creio eu que seja a parte mais complicada de todo o processo, até porque é crucial para o resultado final. Dependendo da mixagem ela pode consagrar ou destruir um trabalho.
Dito isso, posso dizer que as músicas estão ficando sensacionais!
Sou suspeito pra falar, mas quando ouço as músicas na seqüência do álbum dá a impressão de estar ouvindo uma coletânea.
O álbum terá estrategicamente 13 faixas, que representarão os 3 anos da banda até agora. Tem composição do álbum que surgiu nos primeiros meses da banda e outras que surgiram pouco antes da definição do tracklist.
Pode soar forçado, mas as músicas vão agradar desde o pessoal do Heavy Metal até a galera do Pop. difícil imaginar isso?
Aguardem que o álbum tá no forno!
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
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