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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Superstitious on the way!





Depois da boa recepção do primeiro álbum, tanto por parte de público como de crítica, o Superstitious já iniciou o processo de composição do segundo álbum.

Posso dizer que as músicas estão ficando sensacionais, muito melhores que as do primeiro álbum!

É um processo minucioso e cuidadoso, portanto teremos algum tempo ainda até o lançamento oficial.

Enquanto isso, aproveite para pedir sua cópia do primeiro álbum do Superstitious em www.superstitious.com.br.

A banda ainda planeja a gravação de um clipe para uma música do debut. Aguardem mais infos!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Música (bunda) no Brasil



Todo mundo já sabe que o avacalhado vitra hit no Brasil. Vide os funks RJ, "Ai se eu te pego", "tche tche rê"  e tantas outras pérolas.

Portanto tenho uma reclamação a fazer: cadê o pessoal do Rock pra avacalhar também? Precisamos de mais bandas como Ultraje a Rigor e Mamonas Assassinas pra chutar o balde, já que o povão curte letras com "apelo humorístico". Pelo menos é rock'n roll, pô!

Acho que a saída do inferno é essa hein!

Se ninguém se habilitar, vou pensar seriamente em montar um Ultraje Assasino, ou Mamonas a Rigor.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Top 5: azar no palco!

Shit happens, principalmente on stage! Por isso vou fazer hoje um TOP 5 dos maiores "fail" que aconteceram (ou quase) comigo em cima de um palco:

5° - Esquecer a letra da música: isso é mais comum do que parece! Acontece direto. Normalmente é quando estou pensando na morte da bezerra, ou quando algo fora do planejado acontece. Como eu canto sempre em inglês a maioria das pessoas não percebem, mas quem conhece a música estranha na hora! Uma dica é saber fazer um bom "embromation", com palavras que existam mesmo. Isso pode deixar até os mais atentos na dúvida ;)

4° - Microfone não funciona: esse é mais difícil, mas quando acontece é complicado. Problemas técnicos as vezes ficam fora do nosso alcance quanto à solução, aí tem que disfarçar pra caramba. Jogar pra galera cantar é a melhor coisa a fazer até o problema se resolver. O público quer ser divertir e nada melhor que um karaokê coletivo nessas horas.

3° - bater palmas sozinho: Puxar as palmas da platéia durante uma música é muito legal. Quando dá certo. Pode acontecer de o público não querer fazer isso e o vocalista ficar batendo palmas sozinho. Dois cenários: as vezes tem uma única pessoa fazendo. Fixe nela e agradeça a ela depois como se ela tivesse salvado sua vida. Cenário dois: absolutamente ninguém foi na sua. Continue. Só você sabe disso.  ;)

2° - rasgar a calça: aconteceu uma vez, bem na costura da braguilha. Fazer o que.... isso é Rock'n Roll! Apenas lembre que o Axl Rose entrava no palco de cueca e seja feliz.

1° - cair no palco: essa ainda não me aconteceu, mas quase! Repare no vídeo abaixo aos 1:16. Seria apenas uma encenação pra parte da letra que fala "balancing on the edge". Eu fingiria normalmente um desequilíbrio, mas nesse caso quase fui pro chão de verdade! Se acontecer não há o que fazer, apenas levante e continue como se nada tivesse acontecido.

domingo, 10 de junho de 2012

Win or Wall


Recentemente, o Daniel Mattos, meu brother e baixista do Superstitious fez essa edição para a música Win or Wall, que lançamos em nosso debut no ano passado. Sensacional!

Pra quem não sabe, a letra da música é baseada em um termo comum no automobilismo, o chamado "tudo ou nada" ou "vencer ou bater". Traduções livres do termo "win or wall".

Essa expressão é comumente usada pra definir pilotos pirados, que faziam tudo pra vencer, independente das consequências.

Um dos maiores "Win or Wall" foi o inglês Nigel Mansell, piloto de Fórmula 1 extremamente rápido da década de 90, mas que com frequência exagerava, causando perfeitos desastres .

Mais recentemente o melhor exemplo é do também inglês Lewis Hamilton, principalmente em seus primeiros anos de F1. Já perdeu corridas ganhas por deixar a ansiedade se sobressair em momentos que exigiam frieza.

Mas de qualquer modo, ambos os pilotos foram campeões, o que deixa claro que tal estilo, bem ou mal, traz algum resultado.

A música Win or Wall, portanto, é uma homenagem aos pilotos com esse estilo de pilotagem. Eu, como fã de F1, achei que seria um tema ideal pra essa música, ainda mais pelo andamento acelerado.

Confiram no vídeo acima a excelente edição de imagens para Win or Wall!

Tributo: The Show Must Go On - Queen


Muito difícil gravar essa musica. Freddie Mercury era uma lenda e um monstro nos vocais!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Tributo: One Moment in Time - Whitney Houston


Gravação em homenagem a Whitney Houston que morreu prematuramente este mês. A música é One Moment in Time, minha preferida dela.


sábado, 28 de janeiro de 2012

Vai dar P.I.P.A. na S.O.P.A





De volta ao blog depois de algum tempo!

Vou falar sobre a questão da censura na internet de sites de hospedagem de arquivos.

Na verdade, os projetos de regulação já foram vetados nos Estados Unidos, mas o assunto já deu pano pra manga nas últimas semanas, graças também ao fechamento do Megaupload, um dos principais sites de compartilhamentos de arquivos.

Isso me lembra da época do Napster, quando até o Metallica ficou nervosinho e processou os criadores do programa que veio a se extinguir.

Não adiantou nada e agora não vai adiantar nada fechar o Megaupload.

Existem vários outros sites de compartilhamento de arquivos e é praticamente impossível controlar o surgimento deles, por mais que peguem um ou outro pra "Cristo" de vez em quando.

A indústria cultural precisa se adaptar. Não adianta enfiar goela abaixo das novas gerações que elas devem pagar R$ 30,00 em um CD, mesmo ele sendo facilmente "baixável" pela internet.

A molecada (e a velharada também) hoje, são "ratos" de internet, acham tudo e baixam tudo, não tem como segurar isso.

Falando da indústria fonográfica, o que ela tem que entender é que o modelo comercial antigo na cabe mais.

Não tem como, ninguém mais consegue vender CDs. É uma mídia obsoleta queiram ou não.

As gravadoras tem agora que aprender com  a televisão. Isso mesmo, a televisão.

Quando você assiste um programa na TV, você paga DIRETAMENTE por ele? Sua mãe compra um DVD pra poder assistir a novela? Não. Seu pai compra um Blue Ray pra assistir o Campeonato Brasileiro? Também não.

Qual a grande diferença? O programa de televisão e a música são produtos do mesmo jeito, certo? A grande diferença é o modo em que se tira lucro dos dois.

A indústria fonográfica tem que aprender a lucrar indiretamente, igual a televisão faz, ou vai sucumbir "teimosamente".

E como fazer isso? Deixa eu pensar um pouco que eu digo pra vocês no próximo post.....(já estou aprendendo com a televisão hehehe)