.

myspace icon

domingo, 10 de junho de 2012

Win or Wall


Recentemente, o Daniel Mattos, meu brother e baixista do Superstitious fez essa edição para a música Win or Wall, que lançamos em nosso debut no ano passado. Sensacional!

Pra quem não sabe, a letra da música é baseada em um termo comum no automobilismo, o chamado "tudo ou nada" ou "vencer ou bater". Traduções livres do termo "win or wall".

Essa expressão é comumente usada pra definir pilotos pirados, que faziam tudo pra vencer, independente das consequências.

Um dos maiores "Win or Wall" foi o inglês Nigel Mansell, piloto de Fórmula 1 extremamente rápido da década de 90, mas que com frequência exagerava, causando perfeitos desastres .

Mais recentemente o melhor exemplo é do também inglês Lewis Hamilton, principalmente em seus primeiros anos de F1. Já perdeu corridas ganhas por deixar a ansiedade se sobressair em momentos que exigiam frieza.

Mas de qualquer modo, ambos os pilotos foram campeões, o que deixa claro que tal estilo, bem ou mal, traz algum resultado.

A música Win or Wall, portanto, é uma homenagem aos pilotos com esse estilo de pilotagem. Eu, como fã de F1, achei que seria um tema ideal pra essa música, ainda mais pelo andamento acelerado.

Confiram no vídeo acima a excelente edição de imagens para Win or Wall!

Tributo: The Show Must Go On - Queen


Muito difícil gravar essa musica. Freddie Mercury era uma lenda e um monstro nos vocais!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Tributo: One Moment in Time - Whitney Houston


Gravação em homenagem a Whitney Houston que morreu prematuramente este mês. A música é One Moment in Time, minha preferida dela.


sábado, 28 de janeiro de 2012

Vai dar P.I.P.A. na S.O.P.A





De volta ao blog depois de algum tempo!

Vou falar sobre a questão da censura na internet de sites de hospedagem de arquivos.

Na verdade, os projetos de regulação já foram vetados nos Estados Unidos, mas o assunto já deu pano pra manga nas últimas semanas, graças também ao fechamento do Megaupload, um dos principais sites de compartilhamentos de arquivos.

Isso me lembra da época do Napster, quando até o Metallica ficou nervosinho e processou os criadores do programa que veio a se extinguir.

Não adiantou nada e agora não vai adiantar nada fechar o Megaupload.

Existem vários outros sites de compartilhamento de arquivos e é praticamente impossível controlar o surgimento deles, por mais que peguem um ou outro pra "Cristo" de vez em quando.

A indústria cultural precisa se adaptar. Não adianta enfiar goela abaixo das novas gerações que elas devem pagar R$ 30,00 em um CD, mesmo ele sendo facilmente "baixável" pela internet.

A molecada (e a velharada também) hoje, são "ratos" de internet, acham tudo e baixam tudo, não tem como segurar isso.

Falando da indústria fonográfica, o que ela tem que entender é que o modelo comercial antigo na cabe mais.

Não tem como, ninguém mais consegue vender CDs. É uma mídia obsoleta queiram ou não.

As gravadoras tem agora que aprender com  a televisão. Isso mesmo, a televisão.

Quando você assiste um programa na TV, você paga DIRETAMENTE por ele? Sua mãe compra um DVD pra poder assistir a novela? Não. Seu pai compra um Blue Ray pra assistir o Campeonato Brasileiro? Também não.

Qual a grande diferença? O programa de televisão e a música são produtos do mesmo jeito, certo? A grande diferença é o modo em que se tira lucro dos dois.

A indústria fonográfica tem que aprender a lucrar indiretamente, igual a televisão faz, ou vai sucumbir "teimosamente".

E como fazer isso? Deixa eu pensar um pouco que eu digo pra vocês no próximo post.....(já estou aprendendo com a televisão hehehe)

sábado, 12 de novembro de 2011

Superstitious - Superstitious (2011) - CD version available!!!



Saiu finalmente a versão física do primeiro álbum do Superstitious!

É realmente um troféu depois de tantos anos de trabalho desde a concepção da banda em 2007.

Muitas mudanças de formação, muitos shows (alguns memoráveis, outros nem tanto), muita composição, reuniões e decisões a serem tomadas.

Sempre disse que uma banda só existe realmente após gravar seu primeiro álbum e fico muito feliz que isso tenha acontecido com o Superstitious.

Havíamos lançado o álbum para download em Março. Hoje, retiramos os links oficiais e oferecemos a todos a oportunidade de adquirir um CD original do Superstitious para a sua coleção.

Para adquirir o álbum, em sua versão física em CD, mande um e-mail para CONTACTUS@SUPERSTITIOUS.COM.BR. Todos os pedidos ganharão um adesivo da banda de brinde. Aproveitem!

Para saber mais sobre a banda: www.superstitious.com.br

terça-feira, 26 de julho de 2011

O negócio é morrer


Desde sábado, a notícia mais veiculada na mídia e nas conversas de cafezinho é a morte de Amy Winehouse.

Esqueceu-se até do louco da Noruega e da Roubalheira do Mundo 2014.

Não conhecia o som da Amy Winehouse, mas agora vou conhecer. Não porque eu quero, mas porque vai ser imposto.

Em qualquer lugar que eu entrar, seja uma loja de discos ou uma loja de meias, a defunta vai estar cantando no som ambiente.

Vai passar Globo Reporter da Amy, especial MTV, vão citar ela na cerimônia do Oscar e vai ter comediante imitando ela por anos a fio.

No mundo da música vão colocar Winehouse no mesmo "clube" de Hendrix, Joplin e Morrison dos mortos aos 27, achando tudo uma estranha coincidência.

A mulher vai vender mais discos do que nunca e será considerada A artista dos anos 20XX.

Tudo por que?

Morreu.

E não importam os motivos da morte nem a forma como ela era vista antes, o que importa é que morreu prematuramente e isso é o suficiente para criar-se mitos.

Pergunto: por que as pessoas não são valorizadas dessa forma antes de morrerem?

Respondo: Porque o ser humano comum tem medo do gênio vivo simplesmente por não suportar a idéia de que nunca vai chegar no mesmo nível. As pessoas não julgam os mortos simplesmente porque eles não representam ameaça.

E só resta homenageá-los, finalmente.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Superstitious em Aiuruoca - MG

Tocamos pela primeira vez fora do Estado. O destino foi Aiuruoca, Minas Gerais, cidade do Lael.

Lugar muito acolhedor, as pessoas nos receberam de braços abertos. Tocamos no que parecia ser a praça principal da cidade. Fomos a única banda da noite, fato inédito para o Superstitious.

Público bastante variado, bem diferente da galera de São Paulo. Pelo que conversei no local, as pessoas estavam acostumadas com outros estilos de música e havia uma grande curiosidade em relação a nós.

Fiquei feliz de levarmos o Hard Rock do Superstitious para um lugar tão longe e fazer as pessoas conhecerem e curtirem um tipo de som diferente pra eles. A reação do público foi muito positiva!

No vídeo, "What I Feel For You", balada do nosso debut, ao vivo em Aiuruoca: