Pra quem quiser conhecer, seguem vídeos do show do The Best Maiden Tribute no último dia 02 no Blackmore Rock Bar em São Paulo:
The Final Fontier/ El Dorado
Alexander the Great
Powerslave
The Number of the Beast
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
The Best Maiden Tribute
Galera:
Paralelamente ao meu trabalho com o Superstitious, faço parte agora do The Best Maiden Tribute, uma nova banda em homenagem ao Iron Maiden juntamente com ex-integrantes da Children of the Beast.
Nossa estréia foi no Blackmore, dia 02/10/10, com casa cheia e grande receptividade do público. Em breve postarei vídeos da apresentação.
Site da banda: www.maiden.com.br
Paralelamente ao meu trabalho com o Superstitious, faço parte agora do The Best Maiden Tribute, uma nova banda em homenagem ao Iron Maiden juntamente com ex-integrantes da Children of the Beast.
Nossa estréia foi no Blackmore, dia 02/10/10, com casa cheia e grande receptividade do público. Em breve postarei vídeos da apresentação.
Site da banda: www.maiden.com.br
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Gravações - vozes
Fala pessoal! Voltando para informar as últimas notícias sobre o primeiro álbum do Superstitious.
Estamos nas gravações das vozes, quase no final.
A coisa é pauleira. Diferente das gravações das demos, os takes têm que ficar absolutamente perfeitos. Eu sou muito chato comigo mesmo e tem frases que eu acabo gravando umas 20 vezes até ficar satisfeito.
Diferente do convencional, eu não gravo a música inteira e depois vou ver o que eu aproveito. Mando uma frase de cada vez e só passo para a próxima se a anterior estiver 100%.
Acho mais rápido e eficiente assim, e não tem essa de perder o feeling, já que esse aspecto também é considerado na definição dos 100% citado acima.
O mais divertido é gravar os backing vocals. Eles dão uma outra vida à linha de voz. Só é preciso muito cuidado para manter o tempo exato e as notas certas.
Depois das vozes tem a mix e a master, outras duas tretas.
Mas tá chegando a hora, em breve o disco cai no mundo!
Estamos nas gravações das vozes, quase no final.
A coisa é pauleira. Diferente das gravações das demos, os takes têm que ficar absolutamente perfeitos. Eu sou muito chato comigo mesmo e tem frases que eu acabo gravando umas 20 vezes até ficar satisfeito.
Diferente do convencional, eu não gravo a música inteira e depois vou ver o que eu aproveito. Mando uma frase de cada vez e só passo para a próxima se a anterior estiver 100%.
Acho mais rápido e eficiente assim, e não tem essa de perder o feeling, já que esse aspecto também é considerado na definição dos 100% citado acima.
O mais divertido é gravar os backing vocals. Eles dão uma outra vida à linha de voz. Só é preciso muito cuidado para manter o tempo exato e as notas certas.
Depois das vozes tem a mix e a master, outras duas tretas.
Mas tá chegando a hora, em breve o disco cai no mundo!
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Dio
E o Dio morreu.
Quem diria que o Dio morreria um dia. E foi, bravamente, aos 67 anos, lutando contra o câncer.
Eu considero o Dio uma instituição no mundo da música. Ele representa o Heavy Metal na sua essência e é um dos raros casos de unanimidade na música.
Seguiu cantando impecavelmente até seus últimos shows. Foi impressionante como ele conseguiu manter o alto nível de sua voz ao longo da vida.
Acho o Holy Diver da carreira solo e o Heaven & Hell, com o Black Sabbath, as obras definitivas do Dio. Ouvi muito esses discos. São eternos clássicos.
Quanto às músicas eu destaco a “Caught In the Middle”, do Holy Diver que ,apesar de não ser tão famosa quanto outras, é minha preferida. Ele fundiu Heavy Metal com Hard Rock à perfeição nessa música. Nota 10.
Segue um vídeo dela, ao vivo!
God Bless Dio!
Quem diria que o Dio morreria um dia. E foi, bravamente, aos 67 anos, lutando contra o câncer.
Eu considero o Dio uma instituição no mundo da música. Ele representa o Heavy Metal na sua essência e é um dos raros casos de unanimidade na música.
Seguiu cantando impecavelmente até seus últimos shows. Foi impressionante como ele conseguiu manter o alto nível de sua voz ao longo da vida.
Acho o Holy Diver da carreira solo e o Heaven & Hell, com o Black Sabbath, as obras definitivas do Dio. Ouvi muito esses discos. São eternos clássicos.
Quanto às músicas eu destaco a “Caught In the Middle”, do Holy Diver que ,apesar de não ser tão famosa quanto outras, é minha preferida. Ele fundiu Heavy Metal com Hard Rock à perfeição nessa música. Nota 10.
Segue um vídeo dela, ao vivo!
God Bless Dio!
domingo, 16 de maio de 2010
Bandas cover
Muito se fala sobre a proliferação das bandas covers e o domínio das mesmas no cenário rock/metal, principalmente em São Paulo. As casas de show e rock bares simplesmente não permitem que bandas de som próprio toquem em dias chave como sexta-feira e sábado.
Já ouvi muita gente metendo o pau nas casas por elas não "apoiarem" as bandas de som próprio, de não darem "chance". Mas a função desses lugares não é apoiar nem dar chance pra ninguém. Até onde eu saiba eles não são instituições de caridade.
A casa põe pra tocar o que atrai público, independente de ser banda cover ou não. O sujeito que tem um rock bar, tem um negócio e sendo assim tem que operar com superávit, não pode ter prejuízo.
O grande responsável pelo domínio das bandas covers é o público e chegando mais longe: as bandas de som autoral são tão culpadas quanto o público.
Quando uma banda faz o mais do mesmo, já perdeu de cara pras bandas consagradas, homenageadas pelas bandas tributo. Se uma banda faz um som igual ao do Iron Maiden, na verdade ela é igualzinho à banda cover, só que com a desvantagem de tocar músicas que ninguém conhece. Aí não há como competir. O povo vai querer ver o Iron cover mesmo, com as músicas conhecidas.
O que existe então, não é a "praga" das bandas covers, e sim a falta de coisas novas.
As bandas "emo", por mais que se fale mal delas, são a evolução natural o Rock. Elas dão muito certo porque apostaram em algo novo. Quem gosta de bandas como NX Zero e Fresno não possui referências anteriores para o mesmo tipo de som, portanto são os shows dessas bandas que esse público vai curtir.
Alías, a história do rock sempre foi assim. Sendo simplista:
Rock'n Roll (Beatles, Led Zeppelin), Heavy Metal (Black Sabbath, Iron Maiden), Hard Rock (Bon Jovi, Guns 'n Roses), Grunge (Nirvana, Pearl Jam), New Metal (Linkin' Park, System of a Down), Emo (Paramore, Simple Plan).
Quem vai dar o próximo passo?
Já ouvi muita gente metendo o pau nas casas por elas não "apoiarem" as bandas de som próprio, de não darem "chance". Mas a função desses lugares não é apoiar nem dar chance pra ninguém. Até onde eu saiba eles não são instituições de caridade.
A casa põe pra tocar o que atrai público, independente de ser banda cover ou não. O sujeito que tem um rock bar, tem um negócio e sendo assim tem que operar com superávit, não pode ter prejuízo.
O grande responsável pelo domínio das bandas covers é o público e chegando mais longe: as bandas de som autoral são tão culpadas quanto o público.
Quando uma banda faz o mais do mesmo, já perdeu de cara pras bandas consagradas, homenageadas pelas bandas tributo. Se uma banda faz um som igual ao do Iron Maiden, na verdade ela é igualzinho à banda cover, só que com a desvantagem de tocar músicas que ninguém conhece. Aí não há como competir. O povo vai querer ver o Iron cover mesmo, com as músicas conhecidas.
O que existe então, não é a "praga" das bandas covers, e sim a falta de coisas novas.
As bandas "emo", por mais que se fale mal delas, são a evolução natural o Rock. Elas dão muito certo porque apostaram em algo novo. Quem gosta de bandas como NX Zero e Fresno não possui referências anteriores para o mesmo tipo de som, portanto são os shows dessas bandas que esse público vai curtir.
Alías, a história do rock sempre foi assim. Sendo simplista:
Rock'n Roll (Beatles, Led Zeppelin), Heavy Metal (Black Sabbath, Iron Maiden), Hard Rock (Bon Jovi, Guns 'n Roses), Grunge (Nirvana, Pearl Jam), New Metal (Linkin' Park, System of a Down), Emo (Paramore, Simple Plan).
Quem vai dar o próximo passo?
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Gravações: baixo
Terminamos as gravações de baixo do debut do Superstitious. Ficaram animais! Superaram todas as expectativas.
O baixo é muito importante pra definir o peso das músicas. Essa fase do processo é crucial e na minha opinião fizemos um grande trabalho. O Daniel usou dois baixos diferentes e o resultado foi fantástico, tanto no timbre como na execução.
Agora é a vez dos teclados. E as músicas vão tomando forma...
O baixo é muito importante pra definir o peso das músicas. Essa fase do processo é crucial e na minha opinião fizemos um grande trabalho. O Daniel usou dois baixos diferentes e o resultado foi fantástico, tanto no timbre como na execução.
Agora é a vez dos teclados. E as músicas vão tomando forma...
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